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O CEFAPRO de Cuiabá oferece formação de Arte e Dança aos professores de Linguagem.

18/08/2016

O CEFAPRO OFERECE FORMAÇÃO:

A DANÇA FOLCLÓRICA E SUA LINGUAGEM ARTÍSTICA DENTRO DO COMPONENTE CURRICULAR ARTE 

                   Esta formação proposta pelo CEFAPRO, em parceria com a UAB, é parte do PROJETO I FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DO PANTANAL – I FIFOPAN - “evento internacional de Danças Folclóricas sem fins lucrativos, com participação de grupos locais, nacionais e internacionais, isto é, um grande encontro de povos e culturas no Pantanal com a participação de diferentes setores sociais. [...], o projeto visa a divulgação de Mato Grosso, logo do Pantanal, bem como sua preservação e valorização de manifestações folclóricas”,  projeto este organizado pelo CRLE – Centro de Referência de Língua Espanhola e o Grupo Parafolclórico Vitória Régia. (PROJETO I FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DO PANTANAL – I FIFOPAN)

                   Com o intuito de colaborar e efetivar parceria ofertaremos aos professores da Área de Linguagens, preferencialmente os que ministram Arte, vinculados à rede pública estadual de ensino de MT, uma formação sobre a fundamentação teórica em Arte com enfoque na linguagem Dança.

                   Com o surgimento da parceria nas ações deste projeto para a realização no I FIFOPANA, surge também a demanda para além de apreciar as apresentações dos dez grupos de danças folclóricas, oferecer também aos professores do componente Arte a oportunidade de estudo sobre estas culturas, suas danças, músicas e vestimentas, considerando momento como uma oportunidade impar de intercâmbio cultural.

                       Objetivamos oportunizar momento formativo sobre o componente curricular Arte, fortalecendo a Dança como parte intrínseca da formação integral dos estudantes, em especial a dança, representada nas manifestações culturais africanas e ameríndias.

                       Para além desta proposta os dispomos a apresentar e aprofundar as concepções do componente curricular Arte, bem como ofertar subsídios teórico-metodológicos aos professores da área de Linguagens e deste modo, contribuir com a proficiência dos professores da Área de Linguagens.  E por fim, fortalecer e implementar a LDB, os PCNs, as Leis de nº 13.278/2016 e 11.645/2008, bem como a BNCC, 2ª versão, enfocando a linguagem dança.

                      

Procedimentos da Ação





                       No primeiro dia da formação, apostando na diversificação de técnicas, métodos e mídias, para abordar o caráter histórico do componente curricular Arte haverá a exibição do vídeo: História do Ensino da Arte no Brasil.

                       Na sequência, com o intuito de colocar em pauta as concepções do componente curricular Arte, realizaremos uma exposição dialogada intitulada: “Arte e o currículo na Educação Básica”, esta desencadeará as discussões acerca das orientações para o desenvolvimento pedagógico de artes nas escolas, esse momento formativo será embasado na LDB, PCNs, OCs, BNCC e demais legislações vigentes que legitimam o ensino de Arte.

                       Após a explanação proporemos a divisão em grupos de trabalho para oportunizar a socialização de experiências e organização de uma apresentação do grupo para o próximo encontro.

                       No segundo dia da formação, após a apresentação dos grupos organizados no dia anterior, a temática abordada será “O ensino de Arte e as danças folclóricas” partindo da estrutura de Arte na Educação Básica em suas seis dimensões: criação, crítica, estesia, expressão, fruição e reflexão. Para tanto, após uma abordagem teórica, realizaremos oficinas de leitura de movimento, cujo objeto a ser explorado será parte dos elementos constitutivos da dança.

                       Para o terceiro dia, dando continuidade a formação, traremos as “Danças Circulares”, e pensando, não só na implementação da Lei 11.645/2008 que alterou o artigo 26-A, da LDB, que estabelece a obrigatoriedade de os currículos abordarem a história e a cultura afro-brasileira, mas também a de povos indígenas, pensando principalmente no direito dos estudantes em constituírem conhecimento sobre sua própria história e cultura, relacionando “a temática com o protagonismo dos atores excluídos das narrativas históricas” e a “necessidade de que esse reconhecimento se incorpore à formação das novas gerações” as vivências darão enfoque culturas indígenas e africanas. (BNCC, 2016, p.49).

                       A Dança Circular acontecerá no Salão de Festas do Sesc Arsenal, tendo o foco prioritário as danças e músicas indígenas e africanas. Na sequência ocorrerá a “Apresentação Cultural do I FIFOPAN” para que os professores cursistas possam, além do momento de apreciação, e demais dimensões do ensino de Arte, tenham a oportunidade de levantar questionamentos para participação no Colóquio com os representantes dos grupos que se apresentarão no I FIFOPAN que acontecerá no último dia de formação. Todos estes três momentos serão realizados do Sesc Arsenal.

 CRONOGRAMA

DATA

HORÁRIO

AÇÃO FORMATIVA

RESPONSÁVEL

LOCAL

05/09

8h – 12h

Arte e o currículo na Educação Básica

Profª Me. Elen L. Prates

CEFAPRO - Cuiabá

06/09

8h – 12h

O ensino de Arte e as danças folclóricas

Profª Me. Elen L. Prates e Profª Esp. Elizabete Rosseto

CEFAPRO - Cuiabá

08/09

8h – 12h

Danças Circulares, em especial danças indígenas e africanas

Profª Esp. Elizabete Rosseto

Sesc Arsenal

08/09

19h

Apresentação Cultural do I FIFOPAN

Profª Me. Crisitiane M. de Novais

Sesc Arsenal

09/09

8h – 12h

Colóquio com os representantes dos grupos que se apresentarão no I FIFOPAN

Profª Esp. Elizabete Rosseto, Profª Me. Crisitiane M. de Novais e Profº Me. Gerson Luiz de Souza

Sesc Arsenal

Carga Horária: 20 horas

 

REFERÊNCIAS

ARSLAN, Luciana Mourão e IAVELBERG, Rosa. Ensino de Arte. São Paulo: Cengage Learning, 2013.

BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Curricular Comum. 2ª Versão. 2016.

BRASIL. Ministérios da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio. Brasília: MEC, 1999.

______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 1996.

______. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília: MEC, 1998.

DEWEY, John. Arte como experiência. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

FREIRE, J.R.B. A herança cultural indígena, ou cinco ideias equivocadas sobre os índios. IN: ARAUJO, A.C.Z. de (2010). Cineastas indígenas: um outro olhar: guia para professores e alunos. Olinda, PE: Vídeo nas Aldeias.

FUSARI, Maria Felismina de Rezende e & FERRAZ, Maria Heloísa Corrêa de Toledo. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1992.

______. Metodologia do ensino de Arte: fundamentos e proposições. São Paulo: Cortez, 2009. 2ª edição.

GOMES, Nilma. Relações étnico-raciais, educação e descolonização dos currículos. Currículo sem Fronteiras, v.12, n.1, pp. 98-109, Jan/Abr 2012.

HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola a universidade. Ed.Mediação. POA. 30ªED,2010.

HOFFMAN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. 5.ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2009.

IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte - Sala de aula e formação de professores. São Paulo: Artmed, 2006.

MATO GROSSO. Secretaria de Estado de Educação. Orientações Curriculares das Diversidades Educacionais. Mato Grosso: SEDUC, 2010.

_____. Orientações Curriculares: Área de Linguagens. Mato Grosso: SEDUC, 2010.

PEREIRA, Katia. Como usar artes visuais na sala de aula. 2.ed., 2ª Reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2012. (Coleção como usar em sala de aula).

 



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